sexta-feira, 6 de maio de 2011

União Homoafetiva: Show de Demagogia do Estado




Entendo que a sociedade moderna é extremamente liberal. Não haveria outra solução diante da preguiça da geração a qual pertenço em criar seus filhos com mais rigor, pois lutamos por uma liberdade que, na verdade, era apenas uma revolta tardia contra nossos pais, os quais nunca conseguiremos imitar na competência de suas atribuições.  A liberdade que queríamos ontem transformou-se na libertinagem de hoje, e jamais reverteremos esse processo pois estamos definhando, e rapidamente, diante de uma geração de extremos comportamentais que sustenta hoje um mercado que jamais aceitará qualquer atitude que perturbe sua demanda consumidora. Entre os maiores consumidores deste mercado estão a bajuladíssima Geração Y, e os homossexuais, ou gays, ou homoafetivos, ou qualquer outra titulação que você leitor, prefira, ou ache mais correta.
A geração Y tem nas suas veias a tecnologia, a velocidade, o conforto e tem o seu lugar garantido na história ao protagonizar o uso das brilhantes inovações na comunicação, e por desprender-se de toda e qualquer disciplina ou regra que seja prejudicial ao seu convívio social ou suas aspirações pessoais. Mesmo que estas disciplinas e regras sejam extremamente benéficas à manutenção de uma sociedade justa, sem mentiras ou ilusões. Consideram-se os paladinos da ecologia mas são ávidos consumidores de supérfluos e de entretenimento fútil. As raras exceções acabam se afastando do convívio da maioria, e vão ser felizes "à moda antiga". Enfim, há vantagens e desvantagens na Geração Y, mas como esse é um texto crítico, vou destacar que um dos seus maiores defeitos, é a permissividade, taxada pelos espertos de plantão como "luta pela igualdade e contra o preconceito".
No outro grupo estão os homossexuais. Nos últimos tempos, com a democracia plena e corrupta, esta minoria "saiu do armário" em definitivo e passou a exigir respeito. Tomaram as ruas com manifestações próprias, elegeram políticos,  e hoje, os mais de 20 milhões de homossexuais do Brasil movimentam um mercado consumidor que tranquilamente ultrapassa os bilhões de reais/ano. Somente a Parada Gay de São Paulo movimenta mais de 200 milhões de reais. Outro exemplo é a Associação Brasileira de Turismo GLS que conta com mais de 60 empresas filiadas, cujo faturamento ultrapassa também os 200 milhões. Estes números jamais serão desprezados pela mídia, que passa a fazer produções voltadas cada vez mais a este segmento, e muito menos pela política, que não desagradará nunca a um eleitorado com tamanha força econômica, e também intelectual.
O recente reconhecimento do Estado à união de casais estáveis homossexuais era previsto. De olho neste filão altamente lucrativo da sociedade, movimentos e agremiações que se dizem preocupados com a "afetividade" da causa, lucram em dinheiro e visibilidade política, tentando não somente a busca pela igualdade, ou respeito, (direitos inegáveis a qualquer cidadão, inclusive os héteros), mas benefícios visíveis perante uma justiça que já é segregadora por natureza. A mídia comemorou o feito de ontem como histórico, algo que se deve constar dos autos da recente história de inclusão social do Brasil, uma história que busca tirar vantagem dos diferentes como moeda de troca para as futuras eleições. Os belos discursos dos Ministros do STF não demonstram afetividade por ninguém, apenas por uma lei, pela palavra que no Brasil é morta desde a natividade.  Eu poderia tranquilamente ter feito um belo texto, muito melhor até que o discurso permissivo e morno dos ministros, e ganhar milhões de acessos no meu blog, dizendo que este é "um grande passo na luta contra o preconceito", quando sei, e você também sabe, que não é.  Muitos vão se aproveitar  de várias maneiras de um fato que era logicamente inevitável. É o mesmo que um Sindicato lutar pelo direito de uma classe receber o vale-transporte. Muitos homossexuais estão sendo enganados e explorados, mas como disse um dos ministros "Vamos dar a este segmento, um projeto de felicidade". Votos garantidos, movimentos sociais irrigados com dinheiro e mercado feliz, parece que a afetividade está só no nome. 

terça-feira, 19 de abril de 2011

Os Dias Difíceis Voltaram



Na verdade, eles nunca nos abandonaram. Mas parece-me que, desde que escrevi o primeiro texto com este título, a velocidade da piora aumentou relativamente. Temos nas redes sociais, grandes aliados e ao mesmo tempo os grandes vilões da moral e de tudo o que se construiu com o pensamento contestador de outros carnavais, ou melhor de outros tempos (no carnaval, continuamos não tendo grandes avanços nesta área, muito pelo contrário). 

O que nos  terá acontecido? Estamos amortecidos por uma bactéria infame que faz de tudo para que todos acreditem no tal "crescimento sustentável" , nas bandeirinhas verdes que nada mais são do que substituições baratas das bandeiras vermelhas do comunismo, e no bom mocismo intragável e morno das chamadas minorias injustiçadas? 

A respostas é simples. Estamos todos cansados. E o preço deste cansaço é o imposto que mantém a vida boa dos libertários amigos de Fidel, Chaves e Morales. Que mantém o patamar de heroísmo da incompentente Igreja Católica da América Latina, que dispôs da sua prerrogativa religiosa para auxiliar os marxistas, e hoje não consegue mais se levantar e nem apagar essa mancha, sendo a principal responsável pelos apriscos pentecostais exploradores de dinheiro estarem cheios de gente cansada, muitos como eu e como você que está lendo este texto. Percebemos que parece ser obrigação passar a mão na cabeça de uma geração inquieta e sem valores, e que apenas segue passos pré determinados por esse sisteminha fútil e hedonista, que ensina todos a fazerem parte de suas tribos, a terem seus piercings e tatuagens, a terem seus estilos de roupa e de vida, sempre consumindo, e ainda os faz acreditarem ser diferentes e exclusivos, quando não passam de um modelo único e vazio de conteúdo. 

E cansados, aceitamos, simplesmente aceitamos e acreditamos ser mais fácil colocar a culpa "nos ignorantes que elegeram o atual governo", num erro histórico. O atual governo não foi eleito por ignorantes, foi eleito pela inoperância dos que são contra a quadrilha que lá se instalou, pela falta de estratégia política e pela preguiça predominante, que antes não existia. É muita conversa, muita liberdade comprada, e muita atenção desviada do foco. 

As "minorias" são utilizadas como moeda política para conseguir uma adesão maciça ao politicamente correto, e ridiculamente apoiada pela imprensa, seja ela de qual nível de audiência for.  Posso afirmar com todas as letras que as notícias mais imbecis foram produzidas em 2010 e 2011, com campanhas mornas para tentar transformar tudo em um mundo colorido que nunca existiu. Aquelas pessoas felizes não existem, todos querem viver como nas novelas e filmes, e esquecem que o despertador vai tocar e que suas vidinhas permanecerão as mesmas, apenas o que conseguiram foi ajudar a meia dúzia de espertos que tomaram a frente e com uma mensagenzinha boba convenceram milhões a acreditar nesta "Nova Era" de alegria e felicidade, que nunca virá. 

Está na hora de parar com a piada de mal gosto da qual rimos e fechar o semblante para essa palhaçada que acontece diante dos nossos olhos. Este blog fará sua parte, em pílulas de hoje em diante, através da análise crua e direta de alguns fatos. E no mais continuo no @allanlpereira vivendo e aprendendo. Sigam-me os bons, e também os que não são tão bons assim. 

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O Cheiro do Álcool - Tergiversando Sobre a Educação







Este assunto me assusta um pouco. Após a Pós-Graduação pensei em dar aulas na minha área, Comunicação e Marketing. Deparei-me com o corporativismo sanguessuga das instituições particulares, e do sucateamento moral do ensino público, para o qual tenho duas opções para entrar, caso mantenha essa idéia, o que é

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

15 de Novembro: Dia da Proclamação do Flamengo.



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Um post tendencioso? Talvez, pelo fato de eu ser de Curitiba e torcer pelo rubro-negro carioca. Sou uma vítima dos desmandos imperialistas da Rede Globo, e que a RPC local não conseguiu sequer imitar na valorização dos seus times locais, aos trancos e barrancos. O fato é que há 115 anos atrás nascia o clube mais popular do país, e que somente depois viria a jogar futebol, nascido de dissidentes do Fluminense. Apanhou em campeonatos nacionais nos anos 70, ganhou tudo nos anos oitenta, e depois se tornou vítima de sua própria política e popularidade. Flamengo é sinônimo de visibilidade, e os políticos, conselheiros, cartolas e empresários são hoje a base de sua decadência esportiva. Revela um talento aqui, e vende outros cinco ali. Não consegue driblar os interesses dos coronéis internos e partir para uma gestão esportiva moderna e eficaz. De campeão brasileiro, sem dinheiro, em 2009, vai lutando para escapar do rebaixamento no ano seguinte. Um time desfeito pela administração incompetente e crise moral dos seus gestores. O Flamengo, do Maracanã lotado e daquele torcedor com radinho no ouvido, do urubu visitando o gramado na hora do jogo, dos mais criativos e populares gritos de torcida do país, faz aniversário em um melancólico momento de revisão das suas estranhas, mas ainda assim continua sendo alvo de uma ira maior por parte de seus adversários. Jogar contra o Flamengo é sempre jogar tudo o que se pode, por que ganhar do Flamengo equivale à ganhar da Argentina. Amado e detestado, o temido rubro-negro comemora seu dia enfraquecido pelas sanguessugas do poder no Rio de Janeiro. Outro título agora, só quando isso acabar, ou for amenizado. De qualquer forma, parabéns a todos os torcedores, atletas e ex-atletas do Flamengo, e para os dirigentes,  consciência, honestidade e boa sorte.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Onde está a Direita?




Olá amigos e inimigos leitores


O post abaixo revela definitivametne minha posição política, se é que alguém tinha alguma dúvida dela. E a partir de hoje entro na militância, mesmo sem partido, por hora.


Vamos começando a sofrer as primeiras consequências da eleição de Dilma Rousseff. Já pipocam novos ministérios, nomes bonitos para programas sociais, tudo para apaziguar os ânimos dos aliados que receberam

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Um país e seus mitos.



A reflexão vai além deste resultado eleitoral. Vai até onde pudermos esclarecer o fato inédito que estamos vivendo, suas causas e consequências. Dilma Roussef é a presidente do Brasil, nada vai mudar isso nos próximos quatro anos, a não ser um processo de impeachment, mas que acho que não vai valer a pena, pois o vice é o Michel Temer, e se ele porventura cair, o presidente do Congresso Nacional nem faço idéia de

sexta-feira, 21 de maio de 2010

De futebol, todos nós entendemos, mas e o resto?



Pois é. Clique na imagem e conheça o trabalho do Lar Espírita Mensageiros da Luz.
As crianças da foto agradecem.


Algumas notícias não deveriam ser esquecidas nunca. Deveriam ser repetidas diariamente para que a massa da audiência dos meios de comunicação não se esquecesse a quem renunciar, ou enaltecer. Algumas notícias
não deveriam ter tão pouco espaço na mídia, afinal, quando as mesmas pessoas envolvidas tem outro tipo de atitude, o estardalhaço é muito maior. Vamos então, falar de futebol, e não vou comentar a escalação de